Thursday, January 17, 2008
Friday, January 11, 2008
OTÁÁAAAAAAAAARIOOOOSSSSSSS
SEM SABER POR QUE RAZÃO!
AFINAL TINHA MOTIVO:
- NO DESERTO SEM CAMELOS, MAS COM MUITO ALARIDO E
MAIS SALIVAÇÃO,
VÃO, AI JESUS, MARIA, JOSÉ,
SEMEAR UMA PRAGA DE GAFANHOTOS VOADORES!
PASSARÕES, DIGO EU…
AVIÕES E AVIONETAS E MUITÍSSIMAS “AVIONAS”,
SE ME PERMITEM ENTRARÃO, LÁ PARA 2017 NOS CÉUS DE ALCOCHETE!
PARA O POVO, NÃO FICARÁ NEM UM RABANETE.
“JAMAIS” JAMÉ,JAMÉ!
QUESTÃO EXISTENCIAL:
- OS HABITANTES DA OTA SÃO OTÁRIOS?
ALGUÉM ME RESPONDE?
PLEASE!
Thursday, January 10, 2008
Curso VIII - Lista de convidados, reformada
Tuesday, January 8, 2008
Cela
(…)
De altruístas está o Tártaro cheio!
Os olhos do encarcerado eram tanto de espanto como de pavor. O guarda, embrenhado na mitologia grega, e apercebendo-se que o outro a desconhecia, transpôs os impropérios para um discurso mais comezinho.
Ai campa precoce para uma humanidade infantil. Atolados num covil de térmites de sobrenome “humanos”, multiplicando-nos sobre-biblicamente, usurpando a vida em nome de uma mal interpretada entidade divina. Entronizámos o antropocentrismo, vulgarizámos o narcisismo civilizacional e ignorámos toda a espécie que não a nossa. São as diárias ignomínias que enchem os anais da história da nossa civilização, que aspiram auto-regular determinismos de extinção, que nos firmam como os mais eficazes parasitas planetários…
De generalista, o semblante adquiriu o individualismo sofrido; o contexto resvalou, aos poucos, para as frustrações, que amarguraram a voz grave; O olhar penetrante tiltou e tumidificou, antecipando lágrimas não derramadas, e o monólogo prosseguiu…
Malthus teve uma percepção muito modesta do malogro civilizacional.
Ergueu os braços, evocando o papel de profeta científico, e cegou a cela de esperança.
O modelo social é multidimensional…Multidimensional!
Era prodigioso a forma como ele enfatizava cada palavra. A repetição não era mero assentimento nas palavras proferidas. Era mais do que isso. Tratava-se de uma encenação de narcisismo. Não é que ele precisasse desta exuberância para pesar cada palavra e medi-la na credibilidade cravada nos ouvidos de quem o escutava, mas era mais forte que ele.
O excêntrico bebericava ideais na fonte dos grandes pensadores clássicos, gargarejava estes entre as suas próprias assunções, e, finalmente, cuspia as calúnias a céu aberto. Passou a abordar um socialismo, adulterado pela sua descrença no colectivismo, já que, segundo ele, o indivíduo, enquanto unidade, era desprovido de valores e, como tal, não poderia projectar o que não tinha para o grupo. Esta era uma contradição difícil de gerir, mas que encontrava excepção entre os iluminados; seres capazes de gerir com isenção, e de forma progressiva, uma sociedade alienatória. Contudo, estes exerceriam esta faculdade, não de forma directa, mas sim como árbitros da organização Estado vigente. Em nenhum momento, afirmou pertencer a este nicho intelectual, mas subentendeu o seu papel como estando ligado à elite que descrevia…
(…)